Fêmea Beta
Colunistas Fêmea Beta

Fêmea Beta

Fêmea Beta

De acordo com a etologia, o estudo do comportamento de animais em seu habitat natural, em animais sociais, o alfa é o indivíduo com o mais alto rank. É o indivíduo que desfruta do mais alto posto hierárquico no seu grupo de conviência e, muitas vezes, possui o controle absoluto do grupo. Outros animais no mesmo grupo podem apresentar comportamentos de reverência e respeito para com o alfa. Em algumas espécies, os alfas têm preferência no acesso à alimentação, à reprodução e outras atividades. Eles podem atingir seu alto status através de proezas físicas e/ou através de esforços sociais como a construção de alianças com outros membros do grupo.

Sou ótima na construção de alianças com meus conspecíficos, sou respeitada e procurada por outros como referência. No entanto, proezas físicas não são, de fato, meu forte. Controle absoluto da “minha manada” é algo difícil de atingir pois ela é muito grande e não se limita às fronteiras do meu estado. ;) Quanto ao meu acesso aos recursos, apesar de não ser limitado, não posso dizer que eu tenha prioridade.
É. Minha personalidade leonina não gosta de admitir não ser um indivíduo alfa. Ademais, eu prefiro o beta, sabe. Beta-endorfinas deixam as pessoas felizes e relaxadas, o Beta-caroteno da cenoura deixa as pessoas da cor-do-pecado, o coração bate mais forte quando as fibras Beta-adrenérgicas são estimuladas, sem falar na felicidade que um exame de Beta-HCG normalmente trás!

Sou a Fêmea Beta, então. Brasileira, 32, leonina, Doutora. Doutora com doutorado de quem leu, pesquisou, fez dissertação, tese e seminários. Fui professora e dei aula para universitários, para profissionais, para policiais e para presidiários. Gosto de praia, de música eletrônica, de conhecer gente nova, de gente bonita (independente do cariótipo), de aprender, de sabonetes e de comidas amarelas. Tenho bom gosto mas não tenho grana suficiente. Tenho sonhos e energia para realizá-los. Tenho família, amigos, conhecidos e amor sobrando.

Escrevo pois não faço parte de nenhum grupo cool. Não rola ser blogueira de moda e me falta coragem para largar tudo e ser mochileira. Tenho coragem para ser base jumper (para isso, sim, eu largaria tudo!) Sou daquelas que não estão nas colunas sociais, que não são herdeiras (o que me faz precisar trabalhar), que não têm os óculos do verão, nem a unha da semana e não faz o look do dia (por que não manjo, mesmo). Também não sou fitness e passo longe de bolas e boards. Não sou maluca o suficiente para meus amigos da EDM e nem sou nerd o bastante para para meus amigos que usam jalecos. Sou assim crendo no equilíbrio e vim aqui por que acredito no poder das palavras.
Vim para falar sobre o que gosto e sobre o que posso. E essa coluna é para ser uma daquelas conversas de quando estamos jogados no sofá, sentados na areia, tomando um café…sem pretensão nenhuma mas que às vezes mudam nosso jeito de ver as coisas. E às vezes não servem para nada mesmo.

Enjoy!

Veja os artigos publicados por Fêmea Beta clicando em Fêmea Beta.


Fêmea Beta
Sou a “Fêmea Beta“, então. Brasileira, 32, leonina, Doutora. Doutora com doutorado de quem leu, pesquisou, fez dissertação, tese e seminários. Fui professora e dei aula para universitários, para profissionais, para policiais e para presidiários. Gosto de praia, de música eletrônica, de conhecer gente nova, de gente bonita (independente do cariótipo), de aprender, de sabonetes e de comidas amarelas.

Tenho bom gosto mas não tenho grana suficiente. Tenho sonhos e energia para realizá-los. Tenho família, amigos, conhecidos e amor sobrando.